Índice de Qualidade do SPD no Show Rural 2018

Da Redação FEBRAPDP 23/02/2018

Software avalia sustentabilidade da agricultura no Paraná

Da Redação FEBRAPDP

Equipes da Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (FEBRAPDP) e do Parque Tecnológico de Itaipu estiveram divulgando o Índice de Qualidade Participativo (IQP) do SPD, no estande do Programa Oeste em Desenvolvimento, durante o Show Rural 2018, que ocorreu entre os dias 06 e 10 de fevereiro, em Cascavel, no Paraná.

Desenvolvida por meio de uma parceria entre a FEBRAPDP e a Itaipu Binacional, a metodologia qualifica os principais aspectos de manejo das lavouras numa plataforma Web, que gera relatórios para nortear os produtores a efetuar melhorias pontuais nas propriedades. O software contempla o mapeamento de variáveis, como cobertura de palha, conservação de solo, manejo da fertilidade e experiência dos produtores com o objetivo de aumentar a produção e reduzir os impactos ambientais.

Jeankleber Bortoluzzi, engenheiro agrônomo, responsável da FEBRAPDP pela área de capacitação dos profissionais do segmento, revela que após a assinatura de um convênio em dezembro de 2017, estão sendo retomadas as atividades em conjunto com cinco cooperativas da região: COOPAVEL, LAR, CVALE, COPACOL e COPAGRIL.

“No Show Rural, a gente fez uma parceria com o Programa Oeste em Desenvolvimento. Foi assinado um termo de adesão do IQP ao programa, que tem um objetivo de desenvolver a região Oeste do Paraná. Eles estarão nos acompanhando nessas próximas rodadas às cooperativas e, posteriormente, na expansão mais para o norte do Paraná. Também há previsão de expansão e adaptação do IQP para outros estados através de um serviço de articulação a ser desenvolvido pela FEBRAPDP”, conta ele.

Ainda sobre o interesse das cooperativas pelo software que avalia o grau de sustentabilidade da agricultura no Oeste do Paraná, Rafael Fuentes, diretor da FEBRAPDP, aponta a possibilidade de outros benefícios para os 42 mil produtores que terão acesso à tecnologia.

“Eles podem ser reconhecidos como produtores de referência e, em um segundo momento, receber um selo de qualidade que permita uma remuneração como pagamento pelos serviços ambientais”, acredita.